sexta-feira, 27 de março de 2015

Computador demora 40 minutos para "pensamento" de 1 segundo

    Um supercomputador japonês fez a simulação mais precisa da atividade cerebral humana já realizada. A máquina precisou de 40 minutos para calcular o equivalente a 1 segundo do que acontece no cérebro humano. Os pesquisadores utilizaram o K, considerado o quarto computador mais potente do planeta, para simular a atividade do cérebro humano.
O computador tem 705.024 processadores e 1,4 milhão de GB de memória RAM, mas ainda precisou de 40 minutos para processar as informações de um segundo da atividade cerebral.
       O projeto, realizado pelo grupo de pesquisa japonês RIKEN, a Universidade de Ciência e Tecnologia de Okinawa e o Forschungszentrum Jülich, um centro de pesquisa interdisciplinar alemão, foi a maior simulação da rede neural já realizada. Ele usou a ferramenta de código aberto Neural Simulation Technology (NEST) para reproduzir uma rede equivalente a 1,73 bilhões de neurônios unidos por 10,4 trilhões de sinapses. Apesar de gigantesca no tamanho, a reprodução representa apenas 1% da rede neural no cérebro humano. O objetivo do projeto, mais do que realizar novas descobertas sobre o órgão, era testar os limites da tecnologia de simulação e as capacidades do computador K.
       Os pesquisadores foram capazes de obter informações que irão ajudar na construção de um novo software de simulação. A pesquisa também irá oferecer a neurocientistas uma prévia do que poderá ser conseguido no futuro com a próxima geração de computadores, que irá usar os chamados processos de exoescala. Os computadores de exoescala conseguem realizar um quintilhão de operações de pontos flutuantes por segundo, capacidade considerada equivalente a do cérebro humano. Espera-se que, com essas máquinas, a ciência consiga realizar uma simulação em tempo real da atividade cerebral.
     A Intel afirma que planeja lançar até 2018 um computador que consiga realizar processos de exoescala.
      "Se computadores de petoescala como o K são capazes de reproduzir 1% da rede de um cérebro humano, acreditamos que será possível reproduzir todo o cérebro, com seus todos os seus neurônios e sinapses, com computadores de exoescala", afirmou Markus Diesmann, um dos cientistas do projeto.
Nota do Blog: Vamos pensar um pouco: cientistas extremamente gabaritados, formados em diversas áreas de conhecimento, que passaram grande parte de sua vida estudando o cérebro humano, com uma tecnologia de última geração, conseguiram fazer uma simulação da capacidade cognitiva do cérebro humano com resultados irrisórios perto da real capacidade cerebral humana. De fato, o que eles conseguiram (mesmo que seja uma piada perto da magnitude e complexidade do cérebro, que ainda está sendo estudado) é impressionante. Mas isso só prova uma coisa: é necessário muita inteligência, design e muita inspiração para conseguir simular algo que alguns acreditam que é resultado de forças do acaso e sem nenhum propósito. Sem contar as conexões que são feitas simultaneamente, sem você sequer "pensar", como o processamento da visão, outro órgão extremamente complexo, as contrações musculares, processos metabólicos, reações químicas entre outras funções vitas para a manutenção da vida.  Além disso, inclua nessa equação que diferentemente de um sistema computacional comum, o cérebro possui um baixo consumo de energia e dispensa sistemas de refrigeração. De acordo com o livro The Human Mind, se fosse possível construir um computador tão complexo como o cérebro humano, seria necessário construir uma usina elétrica exclusiva e capaz de fornecer megawatts de energia. Além disso, a máquina exigiria que o dissipador de calor fosse do tamanho de uma cidade. Para aqueles que têm fé que o nosso cérebro é o resultado de milhões de anos de uma evolução cega e ao acaso, está na hora de começar a usá-lo. 

segunda-feira, 23 de março de 2015

Criada por “casal” lésbico, ela é contra “casamento” gay


      Uma americana criada por um casal lésbico vem provocando controvérsia nos Estados Unidos após escrever um artigo para um jornal conservador dizendo que é contra o casamento gay porque afirma ter sentido a falta de um pai durante a infância. Heather Barwick, que tem 31 anos e vive no Carolina do Sul com o marido e quatro filhos, diz que a mãe se separou do pai quando ela tinha entre 2 e 3 anos de idade para viver com outra mulher. “Comunidade gay, eu sou sua filha. Minha mãe me criou com sua companheira entre os anos 80 e 90”, escreveu Heather para a publicação conservadora The Federalist(leia o texto completo, em inglês), reproduzida pelo inglês Daily Mail. “Estou escrevendo porque estou saindo do meu armário: eu não suporto casamento gay”, diz o texto.


       No artigo, Heather se justifica: “Mas não é pelas razões que vocês estão pensando. Não é porque vocês são gays. Eu amo vocês, de verdade. É por causa da natureza das relações entre pessoas do mesmo sexo.”

      Heather, então, diz que cresceu num ambiente muito liberal e “cabeça aberta” numa comunidade de amigos gays e lésbicas e que a companheira de sua mãe sempre a tratou “como se eu fosse sua própria filha”. A americana também admite que seu pai biológico “não era um grande cara” e “nunca se importou em visitá-la”.

        A despeito de ter militado em defesa do casamento gay por volta dos 20 anos, ela afirma que mudou a maneira de pensar. “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, diz o texto.

       “Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi.”

       Falando à publicação religiosa World, a americana disse que só encontrou conforto para a ausência paterna após começar a frequentar a igreja com seu futuro marido. “Foi só quando encontrei Cristo que tirei esse peso de mim. E não fiquei amarga, não tenho raiva. Eu perdoei meu pai.” Ela também falou sobre o que acredita terem sido consequências de ter duas mães. “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres. Então tive que me esforçar quando adulta para entender como seria a relação com meu marido.” [...]

       Heather foi também uma das seis pessoas criadas por casais gays que assinou a carta em defesa de Dolce & Gabbana, (veja nesse artigo) após a polêmica defesa dos estilistas do casamento apenas entre “homem e mulher”, que vem provocando protestos de celebridades como Elton John e Madonna.

(Marie Claire)


Nota do Blog: O interessante é que todas as pessoas que tem uma opinião que não seja "politicamente correta" em relação aos gays é achincalhada pela mídia. Vemos o caso dos estilista Domenico Dolce e Stefano Gabanna, ambos homossexuais, que emitiram uma opinião favorável à família tradicional. “Nós não inventamos a família. (…) E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe – ou ao menos deveria ser assim", afirmou Dolce.“Eu sou contra a ideia de uma criança que cresce com dois pais gays. A criança precisa de uma mãe e um pai", declarou Stefano Gabanna, e acrescentou: “Sou gay, não posso ter um filho. Creio que não se possa ter tudo na vida. Também é bom privar-se de algo. A vida tem o seu curso natural, há coisas que não devem ser alteradas. E uma delas é a família”. Agora temos a opinião da jovem criada por duas lésbicas, Heather Barwick, que também emitiu uma opinião sobre a adoção de crianças por casais gays e foi detonada pelos defensores dos direitos dos homossexuais. Quando as pessoas concordam com a opinião do movimento gayzista são aclamados como "iluminados" pessoas de "mente aberta". Agora, quando encontram pessoas com um pensamento mais conservador em relação á família ou são contrários à sua ideologia, a militância gay faz boicote, diz que somos homofóbicos e de mente retrógrada. E falam aos quatro ventos que nós somos intolerantes. Quem está sendo intolerante de fato?

Prof. Saulo Nogueira
Paz do Senhor à todos.

sábado, 21 de março de 2015

Estado Islâmico troca cruz de igreja por bandeira do califado

      Cinco igrejas histórias localizadas no norte do Iraque foram destruídas por terroristas do Estado Islâmico na última terça-feira (17), segundo informações de agências internacionais. A Agênca EFE conseguiu falar com o sacerdote de Mossul, Bashar Kalia, que confirmou os ataques dizendo que as igrejas tiveram os altares destruídos e os crucifixos removidos pelos radicais islâmicos. O grupo conseguiu derrubar um movimento religioso de Markurkas, no bairro de Al Arabi, em Mossul, e também destruiu os túmulos situados dentro desse antigo mosteiro.
         Outro local invadido foi o mosteiro do Mar Behnam, localizado a 15 km ao nordeste de Mossul onde viviam monges católicos. O espaço foi completamente destruído, a cúpula lendária foi derrubada e os crucifixos também. As imagens e outras pinturas das igrejas foram quebradas e no lugar da cruz, os jihadistas hastearam bandeiras do califado.
      As imagens foram postadas pelos próprios soldados do EI na internet onde eles afirmam lutar contra o politeísmo dizendo que as igrejas e edifícios cristãos que foram atacados representam “pecado, infidelidade e ateísmo”. Segundo o direito do Instituto MEMRI (Middle East Media Research), Steven Stalinsky, o objetivo do EI é varrer de Mossul, cidade tomada por eles em junho do ano passado, todas as influências cristãs que ainda restam.
        “Eles apenas seguem a ideologia e isso significa se livrar das igrejas e das minorias. É só o Estado Islâmico e não há espaço para mais ninguém”, disse ele que divulgou as fotos para os veículos de imprensa. Com informações Daily Mail

sexta-feira, 20 de março de 2015

Levy fidelis, Babilônia, Dolce & Gabanna e a intolerância gay

Casos emblemáticos na discussão acerca do casamento gay e da liberdade de expressão aconteceram durante essa semana:

        Levy Fidélix, candidato à Presidência da República no ano passado, foi condenado a pagar uma multa de um milhão de reais por afirmar, em rede nacional durante debate político, que "aparelho excretor não gera filhos". A justiça não aceitou a defesa baseada na liberdade de expressão e de crença apresentada por seus advogados. Na mesma segunda, estreou pela Rede Globo de Televisão a novela Babilônia, que em seu primeiro capítulo levou ao ar uma cena onde as atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg protagonizam um beijo lésbico. O deputado do PSOL, Jean Wyllys, em sua conta no twitter, não poupou adjetivos em sua comemoração: “O choro é livre, reacionários e fundamentalistas e fascistas e homofóbicos. Eu vivi para ver! Parabéns, #Babilônia”.

       Enquanto isso no exterior, os estilista Domenico Dolce e Stefano Gabanna, ambos homossexuais, emitiram uma opinião favorável à família tradicional. “Nós não inventamos a família. (…) E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe – ou ao menos deveria ser assim", afirmou Dolce. “Eu sou contra a ideia de uma criança que cresce com dois pais gays. A criança precisa de uma mãe e um pai", declarou Stefano Gabanna, e acrescentou: “Sou gay, não posso ter um filho. Creio que não se possa ter tudo na vida. Também é bom privar-se de algo. A vida tem o seu curso natural, há coisas que não devem ser alteradas. E uma delas é a família”.

       A opinião de Dolce e Gabanna despertou a ira de celebridades como Rick Martin e Elton John. Elton se manifestou através de sua conta no instagram: "O pensamento arcaico de vocês está fora de sintonia com os tempos, assim como sua grife. Eu nunca mais vou vestir Dolce & Gabbana de novo".

       Embora os ativistas gays sejam velozes em acusar os religiosos e conservadores de intolerância, são eles que estão se especializando em estigmatizar e promover a exclusão de todos os que ousam pensar de maneira diferente. Na defesa de sua ideologia, alguns acabam fazendo comentários ridículos e fora de lugar, como o cantor Elton John que ameaçou deixa de usar as roupas da grife Dolce & Gabanna pelo fato dos estilistas sustentarem uma posição diferente da dele quanto à adoção de filhos por casais homossexuais. Em sua intolerância, o cantor parece ignorar o fato de que milhares de cristãos católicos e protestantes compram seus discos, apesar de discordarem de algumas de suas opiniões e do seu estilo de vida.

       Não resta dúvida que a nossa sociedade está cada vez mais comprometida com a ideologia gayzista. Aqueles que pensam de forma diferente devem prepara-se para ser cada vez mais hostilizados. Porém, nós como cristãos não podemos nos omitir de nossa responsabilidade. Precisamos persistir em fazer nossa leitura da sociedade com lentes cristãs, não deixando-se dominar pelo espírito deste mundo e pelo pensamento "politicamente correto". Os ideais do cristianismo nunca foram populares, já que muitos dos seus pressupostos são simplesmente contraculturais. 

       O fato de gays estarem fazendo apologia à família tradicional, enquanto religiosos fazem concessões a causa gay, ordenando ministros homossexuais e realizando cerimonias de casamento entre pessoas do mesmo sexo (como no caso da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, noticiado neste site) nos mostra o quanto os crentes estão se distanciando da verdade em nome do pensamento "politicamente correto", que pode parecer correto aos olhos torcidos de uma humanidade caída, mas está totalmente distanciado do pensamento de Deus.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Meninos poderão usar banheiro de menina e vice versa

    Meninos poderão usar o banheiro feminino e as meninas poderão usar o masculino nas escolas e universidades do Brasil. Foi o que decidiu um conselho nacional ligado à Secretaria de Direitos Humanos, do governo federal. O “Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais” publicou, no último dia 12, no Diário Oficial da União a resolução que estabelece o seguinte:
“As escolas e universidades, públicas e particulares, devem garantir o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados acordo com a identidade de gênero de cada sujeito”.
       Ou seja, nas escolas e universidades públicas e privadas do Brasil o uso de banheiros será liberado de acordo com a identidade de gênero declarada por cada indivíduo. Alguns pais criticaram a resolução lembrando que não há como impedir que oportunistas ingressem no banheiro feminino mediante a autoafirmação de que são travestis ou transexuais. E, sim, basta uma autoafirmação para ser considerado como tal.
      Para os defensores da Ideologia do Gênero, cuja influência nas instituições é visível e crescente, a identidade de gênero é transitória e inverificável. Ou seja, um menino pode se autoafirmar travesti hoje e voltar a ser menino amanhã. Basta ele se declarar como tal.

Nome social

       Outra resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação – também publicada no dia 12 de março no Diário da União – estabelece que os menores de 18 anos poderão usar o “nome social” sem apresentar autorização dos pais ou responsáveis. Para os documentos oficiais, o nome civil deve vir junto do nome social.
       A medida também vale para processos seletivos de acesso a instituições, como concursos públicos. Além disso, o governo federal recomendou às polícias civis do Brasil que incluam, nos boletins de ocorrência, “campos sobre orientação sexual, identidade de gênero e nome social dos atendidos”. Com informações O Globo
Nota do Blog: Agora nossos filhos nas escolas ainda terão que conviver com esse problema. Segundo os defensores da ideologia de gênero, o rapaz pode se declarar travesti hoje e amanhã voltar a ser menino. Oportunistas é que não vão faltar. Vamos aguardar para ver como isso vai funcionar na prática, pois creio que muitos pais não permitirão que suas filhas partilhem o mesmo banheiro com os marmanjos. Deus nos acuda!
Prof. Saulo Nogueira

quinta-feira, 12 de março de 2015

Por quê os reféns do grupo Estado Islâmico estão sempre "tranquilos" nas execuções?

    Um dissidente do Estado Islâmico afirmou, em entrevista exclusiva à emissora Sky News que todos os reféns que são executados em frente às câmeras já haviam “encenado” a situação diversas vezes antes. Diante de muitos ensaios, os reféns não sabiam exatamente quando iam morrer e já faziam seus discursos mais “relaxados”. Eles também eram enganados pelos captores.
       “Não se preocupe, não tem nenhum problema e não será perigoso para você”. De acordo com o entrevistado, identificado por Saleh pela emissora, sua função no grupo era tranquilizar os reféns e afirmar que suas vidas não estavam em risco, mesmo sabendo que todos eles seriam mortos.
     Outra estratégia do grupo para tranquilizar os reféns, segundo Saleh, é de rebatizar os ocidentais com nomes árabes, de forma que eles se sintam “entre amigos”. Kenji Goto, jornalista japonês que foi executado em janeiro, era chamado pelos militantes de Abu Saad. O depoimento de Saleh endossa reportagens que já foram publicadas na mídia americana. A hipótese de que as mortes eram “ensaiadas” já havia sido levantada por oficiais americanos, segundo uma matéria publicada na ABC News.
         No ano passado, o New York Times também afirmou que esse tipo de prática tinha sido empregada com James Foley. O jornalista, que foi sequestrado na Síria em 2012 foi a primeira morte a ser atribuída a Jihadi John, um britânico que aderiu à facção. De acordo com a entrevista exibida pela Sky, o britânico é o único membro do Estado Islâmico que tem autorização para matar ocidentais. A reportagem afirma ainda que o número de estrangeiros no grupo é massivo: são 70% dos combatentes seriam de fora da Síria, contra 30% de locais.

Pesquisadores temem pandemia de gripe na China e na Índia

Imagem: AFP 
      Pesquisadores alertaram, nesta quarta-feira (11/03), para os perigos da gripe aviária H7N9 na China e de uma mutação do vírus gripal A(H1N1) na Índia, que já mataram mais de 1.700 pessoas ao todo. Caso as autoridades chinesas não consigam controlar o comércio de aves vivas, a gripe H7N9 pode se transformar numa pandemia - uma epidemia que se propaga em escala continental. O alerta foi feito por uma equipe de cientistas, em estudo publicado na revista científica Nature.
        Um sinal de alarme similar foi feito na revista norte-americana Cell Host and Microbe por outros pesquisadores, que se preocupam com uma mutação do vírus gripal A(H1N1) na Índia, o que pode facilitar sua propagação. No estudo publicado pela Nature, epidemiologistas dirigidos por Yi Guan, da universidade de Hong Kong, tentaram entender porque o vírus H7N9, uma cepa virulenta que surgiu na China em 2013 e reapareceu em 2014. Para eles, a explicação está no comércio intenso de aves vivas no leste e no sul da China. Surgido inicialmente nas criações de aves da província oriental de Zhejiang, o vírus se propagou nos mercados de aves vivas das províncias vizinhas entre outubro de 2013 e julho de 2014, como mostram análises feitas sobre pacientes hospitalizados na cidade de Shenzhen.
    Para evitar a propagação do vírus, os pesquisadores pedem especialmente o fechamento dos mercados de aves vivas e a criação de abatedouros centralizados. O último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), fornecido em 23 de fevereiro, trazia 571 casos de gripe H7N9 confirmados em laboratório. Destes, 212 terminaram em óbito.
Via: MSN