Mostrando postagens com marcador História dos Hebreus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História dos Hebreus. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Arqueologia revela provas da destruição de Jerusalém pelos babilônios

Arqueologia revela provas da destruição
de Jerusalém pelos babilônios
     Os arqueólogos que escavam o sítio arqueológico da Cidade de Davi, localizado no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém, capital de Israel, descobriram madeira carbonizada, sementes de uva, pedações de cerâmica, escamas de peixes, ossos e inúmeros artefatos raros que remontam à queda da cidade nas mãos dos babilônios há mais de 2.600 anos. Entre as descobertas, feitas este ano no local, há dezenas de jarros usados para armazenar grãos e líquidos. Muitos deles têm alças e selos marcados que retratam uma roseta. Eles comprovam a riqueza da antiga Jerusalém, capital do reino da Judéia.

“Esses selos são característicos do final do período do Primeiro Templo e foram usados pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia da Judéia”, explicam Ortal Chalaf e Joe Uziel, diretores de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel.

      Essa roseta basicamente substituiu o selo ‘Para o Rei’ usado no sistema administrativo anterior. “Classificar esses objetos facilitava o controle, a supervisão, a coleta, a comercialização e o armazenamento” dos judeus que cuidavam da cidade na época que ela foi atacada e destruída pelos babilônios.

      Entre os artefatos que estavam sob camadas de pedra acumuladas no declive oriental
Estátua de marfim – imagem de uma mulher.
(Foto: Clara Amit, Autoridade de Antiguidades de Israel)
da cidade de Davi, está uma pequena estátua de marfim. O objeto raro representa uma mulher nua com um corte de cabelo (ou peruca) de estilo egípcio. 
Os diretores ressaltam que “essas descobertas da escavação mostram que Jerusalém se estendia além do limite estabelecido pelos muros da cidade antes da sua destruição”. O Antigo Testamento relata que os babilônios, liderados por Nabucodonosor destruíram Jerusalém em 587 a.C. (Jeremias 39 e 52).

“Ao longo da Idade do Ferro, Jerusalém passou por um crescimento constante, expressado tanto na construção das diversas muralhas da cidade quanto no fato de a cidade se expandir mais tarde. As escavações realizadas no passado na área do Bairro Judeu mostraram como o crescimento da população no final do século 8 a.C. posteriormente resultou na anexação da área ocidental de Jerusalém”, afirma o comunicado da Autoridade de Antiguidades de Israel.

     Chama atenção o fato da divulgação dos estudiosos ser feita alguns dias antes do “Tisha B’Av”, a data que anualmente lembra a destruição do Primeiro e Segundo Templos judeus no Monte do Templo. A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou a descoberta de evidências da destruição babilônica de Jerusalém na mesma semana em que os palestinos e outros islâmicos tentam divulgar publicamente que eles são os “legítimos” donos de Jerusalém e negam o seu passado como capital do povo judeu. 

Com informações Fox News

Nota do Blog: Somente pessoas extremamente ignorantes em História Judaica, ou até mesmo História do mundo, para cair no conto de fadas desse "Revisionismo" histórico promovido pelos Palestinos (ou pessoas de má fé e interesses escusos). Pois não existe a menor base histórica para se dizer que Jerusalém e, principalmente o Monte do Templo, não fazem parte da História dos Hebreus. Além das Escrituras, que é um documento fidedigno e histórico, a Arqueologia também vem agora, lançar luz sobre uma verdade mais que evidente.

Paz do Senhor à todos que estão em Cristo Jesus.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Livros que não podemos deixar de ler: A História dos Hebreus, de Flávio Josefo

        
          Um clássico da história universal. Depois da Bíblia, a maior fonte de informação sobre o povo Judeu. Obra magnífica, indispensável para aqueles que buscam conhecer a história do povo de Deus e o cuidado de Deus com Seu povo. Na grande obra História dos Hebreus, o autor Flávio Josefo apresenta detalhadamente os principais acontecimentos históricos judaicos e romanos.   

        "Para os grandes estudantes da Bíblia, encontrará em Flávio Josefo descrições minuciosas de personagens do Novo Testamento (Evangelhos e Atos), como: Herodes, Pilatos,  os Agripas, Tiago, irmão de Jesus e líder da Igreja em Jerusalém e, o próprio Jesus, e centenas de outros pormenores do mundo greco-romano. Com todos os recursos disponíveis nesta obra de Flávio Josefo, o livro História dos Hebreus torna, depois da bíblia, a maior fonte de informações sobre o povo Hebreu."

       "A autor Flavio Josefo foi um brilhante historiador judeu que viveu durante os anos 37 e 103 D.C. Sua mãe era descendente da casa real hasmoneana e o seu pai, foi sacerdote. Teve uma cultura de origem judaica com fluência no grego e no latim. Com enorme zelo religioso, foi filiado ao grupo dos fariseus. Durante toda sua vida, Roma teve o domínio de seu povo. Nos anos 60 D.C irrompeu a revolta dos judeus contra os romanos. Flávio Josefo foi o escolhido para organizar operações contra o inimigo na turbulenta Galiléia. Conquistou algumas vitórias, mas, foi derrotado pelo exercito de Tito. Ao final da guerra, foi enviado à capital do Império, onde conseguiu a cidadania romana, época em que lhe foi dado o nome de Flavio. Em Roma, obteve uma pensão do Estado e viveu até o fim de sua vida, escrevendo a obra: História dos Hebreus, que atravessaria os séculos e chegaria até nós."

Esta obra tem a seguinte apresentação dos escritos de Josefo:

1ª parte - Antiguidades Judaicas
2ª parte - Guerra dos Judeus Contra os Romanos
3ª parte - Resposta de Flávio Josefo a Ápio

       Vale a pena adquirir essa obra, como complemento do nosso entendimento sobre a história do Judeus, o contexto econômico e político do Impérios Romano e o grande zelo e cuidado de Deus pelo Seu povo.

Editora: CPAD

Paz do Senhor à todos.
Prof. Saulo Nogueira