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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Teólogo critica passividade de pastores em relação ao fechamento de igrejas

Fé e Religião

Teólogo critica passividade de pastores em relação ao fechamento de igrejas

“Não poderemos mais viver passivamente, pois isso será sinônimo de renúncia à fé pessoal em Cristo”, afirma Gunar Berg.

        O pastor assembleiano Gunar Berg criticou a passividade que os líderes evangélicos tiveram em relação ao fechamento de suas igrejas. Para ele, a reação de muitos pastores foi “constrangedora e estranhamente subserviente”.
Ao Gospel Prime, Gunar, teólogo e historiador formado pela Global University, se diz perplexo com a “facilidade com que as pessoas têm descartado de suas vidas um valor essencial à existência, e que foi outorgado ao ser humano pelo Criador, a liberdade”.
“Não quero parecer insensível às suas angústias e às inquietações que fizeram os pastores decidir pelo fechamento, mesmo porque não é ao fechamento que dirijo minhas observações, mas à passividade”, afirma. Berg também critica o “silêncio vergonhoso da bancada evangélica em Brasília e todos os estados e municípios”. Para ele, “era para ver-se nos lábios dos nossos estadistas evangélicos o mesmo discurso corajoso visto, por exemplo, por parte do pastor Silas Malafaia”.
Ele lamenta que nenhum dos “pastores-políticos ousou discordar de coisa alguma feita contra seus rebanhos, pois eles estão muito mais comprometidos com a política que com a igreja e antes de se preocuparem com a perda do pastorado, ocupam-se em garantir seus mandatos”. O teólogo questiona também a posição de muitas igrejas, que mantiveram templos abertos apenas para recolher ofertas e dízimos. Para ele, essas igrejas estão com as estruturas inchadas e os pastores “têm perdido o sono” para manter as arrecadações e “sustentar a vida nababesca que gozam”.
“Faço esta observação sem demagogia, pois sei que sem as nossas contribuições a obra do Senhor sofre; porém, salvo alguns exemplos notáveis e notórios graças as redes sociais, pouquíssimos pastores saíram de seus condomínios e foram às ruas orar pelo povo, impor suas mãos sobre nosso solo e pedir a misericórdia de Deus”, cita.
O pastor acredita que o “tempo das mega-igrejas acabou”. “É provável que retornemos ao instante histórico de 70 ou 80 anos atrás, com templos menores, fáceis de manter e com rebanhos possíveis de contar – isso, sim, é um aprisco”, projeta. “A igreja de hoje não é conduzida por pastores, mas por fazendeiros”, critica. Citando o globalismo e as quebras de liberdade da população, Berg acredita que “não poderemos mais viver passivamente, pois isso será sinônimo de renúncia à fé pessoal em Cristo”.
Conclui visualizando um cenário pessimista: “Tantas vezes preguei e ensinei que a perseguição iria nos atingir; pois este dia chegou”.


quarta-feira, 15 de junho de 2016

A mídia e sua tentativa de igualar islã e cristianismo

     Durante os últimos anos, relatos frequentes de cristãos sendo mortos no Oriente Médio apenas por não professarem a crença em Maomé, foram sistematicamente ignorados ou minimizados pela mídia. A Organização das Nações Unidas discutiu durante meses o que faria diante da situação, acabou por não tomar decisão concreta nenhuma. A onda de terror se espalhou e atingiu o norte da África e algumas áreas da Ásia. Desde 2001, a mídia americana vem tendo de lidar com a difícil tarefa de equilibrar os fatos com suas tentativas de não violar os padrões do “politicamente correto”. O restante do Ocidente seguiu esse padrão.
     Logo após o atentado terrorista deste domingo (12) numa boate gay em Orlando, Estados Unidos, parte de imprensa americana (e brasileira) tentou ligar o ato execrável a “fundamentalistas cristãos”, para logo em seguida lembrar dos discursos anti-imigração de Donald Trump. Até mesmo o governo hesitava em admitir que a motivação das mortes fosse religiosa. O presidente Obama culpou (e continua culpando) o caso à facilidade de acesso às armas em solo americano.
    Aos poucos, enquanto detalhes sobre a vida do atirador Omar Mateen eram divulgados, foi ficando cada vez mais difícil não fazer as ligações óbvias. Criado em uma família muçulmana, sabe-se que seu pai declaradamente apoia grupos terroristas. Filiado ao partido Democrata (de Obama e Hillary), ele ligou para a polícia antes de começar a matar, simplesmente para jurar lealdade ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI). Some-se a isso o fato de os extremistas que dominam partes da Síria e do Iraque terem avisado semana passada que atacariam os Estados Unidos durante o Ramadã, tendo a Flórida como foco primário. O pai de Omar, Seddique Mateen gravou um vídeo onde afirma que seu filho era uma pessoa muito boa e que “cabe a Deus punir os homossexuais”. Esse foi o título da manchete em jornais pelo mundo todo. Contudo, nenhum deles teve a preocupação de tentar explicar que o Deus da civilização judaico-cristã não é o mesmo Alá descrito no Alcorão.
     A incoerência e a indignação seletiva pautaram os debates na maioria dos programas de TV e também nas redes sociais. Um estudo recente mostrou que a morte de cristãos é quase totalmente ignorada. Acostumados a tratar o avanço do islamismo como “multiculturalismo”, ignora-se o fato de o atirador ter claramente motivações religiosas. Afinal, pelo menos 10 países de maioria muçulmana e governados pela lei da sharia executam homossexuais simplesmente por causa de sua preferência sexual.
     Nos EUA, advogados da União Americana pelas Liberdades Civis usaram as redes sociais para responsabilizar o que chamam de “direita cristã” pelos ataques em Orlando. Chase Strangio usou as redes sociais para dizer que os verdadeiros responsáveis são os parlamentares cristãos que defendem leis “antiLGBT” e que o Islã não pode ser culpado.
Jornal O Dia coloca evangélicos como suspeitos de atendado islâmico.
Jornal O Dia coloca evangélicos como suspeitos de atendado islâmico.
No Brasil, o deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) foi na mesma linha, tentado ligar as mortes ao “fundamentalismo religioso”.
fobia
Você é culpado se simplesmente acredita na Bíblia.
   Quem foram os exemplos citados por ele? Várias personalidades evangélicas conhecidas como os deputados pastor Marco Feliciano (PSC/SP), pastor Eurico (PHS/PE), além do pastor Silas Malafaia, a psicóloga Marisa Lobo e a pastora/cantora Ana Paula Valadão. Também sobrou para seu conhecido desafeto Jair Bolsonaro (PSC/RJ).
      Obviamente que não é correto afirmar que todo seguidor do islamismo é um terrorista. Embora o radicalismo exista em todos os grupos religiosos, ninguém sofre mais que isso que os cristãos.
   Para efeitos de comparação, estatísticas apontam para um cristão martirizados a cada cinco minutos em algum lugar ao redor do mundo por causa da sua fé.
      Ao mesmo tempo, a grande mídia ignora que desde o 11 de setembro de 2011, que foi o primeiro capítulo dessa guerra atual, ocorreram 28.576 atos terroristas realizados por muçulmanos, como o total de vítimas na casa das dezenas de milhares. Somente este mês foram 401 mortes e 16 países (incluindo as de Orlando). Não há registro de nenhuma morte no mesmo período causada por “extremistas cristãos”.
Nota do Blog: Só nos faltava essa! Colocar um ato terrorista como este na conta dos cristãos. Ódio e cristianismo são duas linhas que nunca se cruzam. O fundamento do cristianismo é justamente o amor ao próximo e a busca pela boa convivência. Querer misturar o Islã com o Cristianismo é se mostrar ignorante e não conhecer os fundamentos das duas religiões. São antagônicas e mutuamente excludentes. Embora se baseiem em conceitos do Antigo Testamento e tem grande reverência pelos Patriarcas e profetas, as semelhanças terminam por aí. Um Cristão que segue os fundamentos da verdadeira fé cristã jamais irá realizar um ato desses. Por mais que consideramos a homossexualidade como pecado, em hipótese alguma buscaremos o mal para essas pessoas, mas muito pelo contrário, levamos até elas o Evangelho para que entreguem suas vidas ao Senhor Jesus Cristo e vivam de acordo com Sua Palavra. 
Paz do Senhor à todos.
Prof. Saulo Nogueira

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Cristofobia


Por Reinaldo Azevedo.

Cristofobia, que mata 100 mil cristãos por ano, ataca quatro igrejas e uma escola brasileiras no Níger. E o que dizem os tais “intelectuais”? Ora, nada!
       
“No ano passado — portanto, em 2012 —, pelo menos 105 mil pessoas foram assassinadas no mundo por um único motivo: eram cristãs. O número foi anunciado pelo sociólogo Maximo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália. E, como é sabido, isso não gerou indignação, protestos, nada. Segundo a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), 75% dos ataques motivados por intolerância religiosa têm como alvos os… cristãos. Mundo afora, no entanto, o tema quente, o tema da hora — e não é diferente na imprensa brasileira —, é a chamada ‘islamofobia’”.
No dia 16 de agosto de 2013, escrevi aqui no meu blog um post cujo primeiro parágrafo dizia o seguinte:
     
        Pois é… Logo depois dos ataques facinorosos ocorridos em Paris, teve início o debate sobre a, quem diria?, “islamofobia”. E, é evidente, não foi diferente nas terras brasileiras. Que coisa! Leandro Colon informa na Folha que duas igrejas protestantes brasileiras, presbiterianas, foram atacadas no Níger, no Norte da África, em manifestações de protesto contra a publicação da charge de Maomé pelo jorna francês “Charlie Hebdo”. Outras duas igrejas protestantes e uma escola, também comandadas por brasileiros, foram atacadas. As agressões aconteceram em Niamey, capital do país. Dez cristãos já foram assassinados no Níger desde sexta-feira, e 20 templos, depredados. “Estou em estado de choque. Moro aqui desde 2009; na África, há 14 anos, e nunca vi algo parecido. A relação com os muçulmanos sempre foi tranquila. Só pode ser coisa do satanás”, afirmou o pastor Roberto Gomes, que pertence à Igreja Presbiteriana Viva, com sede em Volta Redonda, no Estado do Rio.

       Pois é… O satanás não tem nada a ver com isso. A ação é fruto de milícias islâmicas, que se espalham mundo afora e que respondem, reitero, pelo assassinato, a cada ano, de 100 mil cristãos. Critiquei aqui na semana passada a fala ambígua do papa Francisco sobre os ataques terroristas em Paris. Tanto eu estava certo que o próprio Vaticano veio a público para, mais uma vez, botar os devidos pingos nos is e esclarecer o que, afinal de contas, o Sumo Pontífice quis dizer. A imprensa ocidental e a própria Igreja Católica, como instituição, são omissas a respeito da perseguição a que são submetidos os cristãos mundo afora. Ora, o que presbiterianos, católicos e outras denominações cristãs têm a ver com as charges do “Charlie Hebdo”? Resposta: nada! Também eles são alvos das críticas da publicação. A verdade é que as democracias ocidentais combatem uma “islamofobia” que não existe e são omissas a respeito de uma “cristofobia” que é real.

        Imaginem se 100 mil muçulmanos morressem todo ano, vítimas de milícias cristãs… O mundo talvez já estivesse em chamas. Como são apenas cristãos morrendo, ninguém dá bola. A impostura já foi denunciada mundo agora pela ativista somali Ayaan Hirsi Ali, que hoje mora na Holanda. Em Darfur, no Sudão, estimam-se em 400 mil os mortos por milícias islâmicas desde 2003. Depois de aterrorizar a Nigéria, o grupo terrorista Boko Haram agora ataca o norte de Camarões. Dezenas de pessoas foram assassinadas, e há pelo menos 80 sequestradas — 50 são crianças.
Mas, como já apontou Ayaan Hirsi Ali, os intelectuais europeus não se interessam pela morte de cristãos nem buscam combater a cristofobia. Estão ocupados demais com a tal “islamofobia”.
Reinaldo de Azevedo, colunista da VEJA

Nota do Blog: Essa é uma grande verdade dita pelo jornalista Reinaldo Azevedo. Quando o traficante internacional de drogas Marco Archer não recebeu clemência na Indonésia, as pessoas ficaram indignadas, a presidente chamou o embaixador e criticou o sistema penal do país. Mas quando a situação envolve cristãos perseguidos na Coréia do Norte, Irã, Arábia Saudita, ou a situação do Pastor Saeed Abedini, preso simplesmente por pregar o evangelho, nada é feito por essas mesmas autoridades. Ninguém se revolta, ninguém se manifesta. Graças á Deus que temos um que com seus olhos como chama de fogo está vendo toda a injustiça na terra. Os grandes mártires podem passar desapercebidos pelas autoridades mundiais, porém, eles jamais serão esquecidos pelo Soberano Deus Criador que os receberá de braços abertos para desfrutarem da Vida Eterna.


Paz á todos que estão em Cristo Jesus
Prof. Saulo Nogueira


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

Pastores serão obrigados a realizar cerimônia
 de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
        Quando os homossexuais começaram a receber permissão do governo para se casarem, afirmavam que era o suficiente. Muitos dos líderes desse movimento nos EUA diziam que a cerimônia religiosa não era importante. Pouco a pouco algumas denominações foram cedendo e começaram a realizar casamentos gays. Agora, a batalha judicial alcançou outro nível nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, começou a ser escrito um novo e triste capítulo. Em Houston, Texas, cinco pastores foram intimados pela prefeitura a entregarem seus sermões para uma avaliação, após denúncias de que os pastores estavam pregando “homofobia”.

      A prefeita da cidade é homossexual e disse que eles precisam seguir a leis que proíbem a discriminação. Na pequena Coeur d’Alene, Estado de Idaho, Donald e Evelyn Knapp, um casal de pastores estão sendo processados por se recusar a realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se condenados, eles podem pegar seis meses de prisão e pagar multas de até US$ 1.000. A justificativa das autoridades locais é a violação das leis de “não discriminação”. O caso chegou a um Tribunal Federal e pode ser um marco na batalha entre ativistas pró-LGBT e organizações cristãs que defendem a família tradicional. Uma delas é a Aliança pela Defesa da Liberdade, cujos advogados estão defendendo os pastores nos dois Estados. O advogado Jeremy Tedesco, que atua no caso do Idaho afirmou que “o governo não deve forçar ministros a agir contra a sua fé, fazendo ameaças de prisão e aplicando multas”.
Tony Perkins, presidente da Family Research Council, que tem dado apoio no caso, afirmou que “está aberta a temporada de caça aos cristãos que se recusam a ceder à redefinição de casamento imposta pelo governo”. No início do ano, uma confeitaria pertencente a um evangélico foi processada após se recusar a fazer um bolo para um casamento gay no Estado do Colorado.

           Desde 2013, Coeur d’Alene possui leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual. O procurador da cidade, Warren Wilson, afirmou à imprensa que a igreja é um “local público e está sujeito ao decreto”. Alertou ainda que todos os pastores que atuam na cidade, caso sejam denunciados, serão obrigados a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo. Como o reconhecimento da legalidade do casamento gay ocorreu este mês no Idaho, o caso tem recebido muita atenção da mídia. Apenas dois dias após ser oficializado, um homem ligou pra Donald Knapp, querendo marcar seu casamento na capela onde o casal ministra há 25 anos. Com a recusa, uma denúncia foi feita e desde então as autoridades municipais se envolveram no caso. 

Com informações Fox News


Nota do Blog: Percebemos que o cerco está se fechando e a perseguição religiosa contra a Igreja já está se acirrando. Mas por um lado, essa perseguição será um divisor de águas entre aquelas igreja que realmente seguem os preceitos bíblicos e aquelas que já e apostataram e seguem as tendências da pós-modernidade. Oremos ao Senhor que fortaleça aqueles que ficarão firmes diante dessas perseguições e nos oriente a nos mantermos submissos á Sua vontade.

Prof. Saulo Nogueira