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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Bíblia para gays?

     O lançamento de uma edição polêmica da Bíblia Sagrada com comentários contextualizados a partir da teologia inclusiva vem causando muita discussão nas redes sociais por causa do suposto envolvimento da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) no projeto. A informação sobre o lançamento da “Bíblia Graça sobre Graça” foi veiculada pela coluna Nas Asas do Planalto, no site da revista Veja Brasília. O responsável, pastor Marvel Souza, afirmou que a proposta é, através da Bíblia inclusiva, atrair pessoas de todos os segmentos: “Teremos um olhar especial para os homoafetivos, mas também para negros e toda sorte de excluídos”. Marvel é homossexual e casado(sic) com Raphael Lira, e ambos dirigem a igreja inclusiva Comunidade Cidade de Refúgio, em Taguatinga, no Distrito Federal. A Redação do Gospel+ entrou em contato com o pastor e o questionou sobre os detalhes do projeto.

“Surgiu em nosso coração o desejo de produzir uma Bíblia que trouxesse comentários concernentes ao espaço das mulheres nas igrejas cristãs, o combate ao racismo, a inclusão de pessoas com necessidades especiais, e a inclusão eclesial dos homossexuais – as minorias, dentre outros assuntos. Para tanto, buscamos autorização para utilizar o texto da Almeida Revista e Corrigida – ARC, o que nos foi concedido em maio de 2014, então, passamos a formalizar tudo que tínhamos em relação ao projeto – trabalhos gráficos, pedido de ISBN, etc. Devido às oposições, temos procurado trabalhar com paráfrases e traduções do Hebraico e Grego também”, explicou Marvel Souza.
       
     De acordo com o pastor gay, as igrejas que não reconhecem a teologia inclusiva têm feito pressão para que o projeto não siga adiante: “Desde que saiu uma matéria na Revista Veja Brasília, em abril de 2015, temos sofrido retaliações por parte de cristãos evangélicos que querem nos forçar a abortar o projeto, em vista de a obra contemplar, em especial, a inclusão eclesial dos homossexuais. As oposições se intensificaram após ter saído uma nota na Folha de São Paulo, do dia 25 de maio de 2015”, afirmou.

     A SBB, mencionada pela Veja Brasília como parceira no projeto, negou a informação. Em uma nota enviada ao portal Gospel+, a editora negou que tenha se envolvido na publicação da “Bíblia Graça sobre Graça”: “Em relação à nota ‘A Bíblia de Todas as Cores’, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) gostaria de fazer um esclarecimento. É importante ficar claro que esta Bíblia não é da SBB e nem o tema faz parte de sua linha editorial. Com a expectativa de ter esclarecido o assunto, a SBB agradece a atenção e coloca-se à disposição para dirimir eventuais dúvidas que ainda possam surgir”, afirmou Erní Walter Seibert, secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB. O lançamento da Bíblia inclusiva deverá acontecer em agosto, na cidade de Brasília, e posteriormente em Rio de Janeiro e São Paulo, segundo Marvel Souza.
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     Em 2012, o portal Gospel Prime divulgou que estava sendo lançada nos Estados Unidos a primeira “Bíblia Gay”. Chamada de “Bíblia Rainha James”, fazia uma provocação à versão mais conhecida da língua Inglesa, chamada de “rei James” por ter sido autorizada por esse monarca. Segundo o grupo responsável pela sua edição, “A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições”. O website que promoveu a publicação dessa versão explicou: “Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos. ” Seus autores fazem várias ponderações sobre as dificuldades de tradução de termos como “sodomita” e “abominação”. Afirmam ainda que a palavra “homossexual” não foi colocada no livro sagrado até 1946 e que esse termo não existe em nenhum verso dos manuscritos originais. Essa nova versão é supostamente “mais pura”.
     Segundo a Revista Veja, em 2015 chega ao Brasil a primeira edição “inclusiva”. O diferencial são os comentários bíblicos pró-LGBT. A iniciativa é do “pastor” Marvel Souza, que passou dois anos esperando o aval da SBB para publicar sua versão. Responsável pela igreja inclusiva “Cidade de Refúgio” no Distrito Federal, Marvel está ligado ao ministério da missionária ex-ex-gay Lanna Holder. A iniciativa do pastor Marvel é inédita. Na obra, o pastor afirma que trará uma nova visão das Escrituras – ou seja, gay. “Teremos um olhar especial para os homoafetivos, mas também para negros e toda sorte de excluídos”, explica. Com o nome de “Bíblia Graça sobre Graça”, deverá estar nas livrarias de todo país a partir do mês que vem.

Nota do Blog: Olha o ponto que esse movimento chegou: mudar, mutilar e distorcer os ensinamentos da Palavra de Deus. Não seria muito mais fácil eles dizerem que não acreditam nos ensinamentos da Bíblia? Mutilar os versículos ou distorcê-los fará com que Deus mude de opinião? Ou trarão sobre si maldições prescritas sobre aqueles que acrescentarem ou tirarem da Sua Santa e inerrante Palavra? Creio que a resposta é a segunda opção.

"E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro." (Apocalipse 22:19)

Fico imaginando se cada pecador tirasse da Bíblia aquilo que ele considerasse ofensivo. Ladrões, homicidas, bêbados, adúlteros, prostitutas... Ia ter que criar uma Bíblia para cada indivíduo! Bom, pelo menos temos a plena convicção que a Palavra está cumprindo seu propósito: "incomodar" os pecadores. Maranata!

Prof. Saulo Nogueira

segunda-feira, 23 de março de 2015

Criada por “casal” lésbico, ela é contra “casamento” gay


      Uma americana criada por um casal lésbico vem provocando controvérsia nos Estados Unidos após escrever um artigo para um jornal conservador dizendo que é contra o casamento gay porque afirma ter sentido a falta de um pai durante a infância. Heather Barwick, que tem 31 anos e vive no Carolina do Sul com o marido e quatro filhos, diz que a mãe se separou do pai quando ela tinha entre 2 e 3 anos de idade para viver com outra mulher. “Comunidade gay, eu sou sua filha. Minha mãe me criou com sua companheira entre os anos 80 e 90”, escreveu Heather para a publicação conservadora The Federalist(leia o texto completo, em inglês), reproduzida pelo inglês Daily Mail. “Estou escrevendo porque estou saindo do meu armário: eu não suporto casamento gay”, diz o texto.


       No artigo, Heather se justifica: “Mas não é pelas razões que vocês estão pensando. Não é porque vocês são gays. Eu amo vocês, de verdade. É por causa da natureza das relações entre pessoas do mesmo sexo.”

      Heather, então, diz que cresceu num ambiente muito liberal e “cabeça aberta” numa comunidade de amigos gays e lésbicas e que a companheira de sua mãe sempre a tratou “como se eu fosse sua própria filha”. A americana também admite que seu pai biológico “não era um grande cara” e “nunca se importou em visitá-la”.

        A despeito de ter militado em defesa do casamento gay por volta dos 20 anos, ela afirma que mudou a maneira de pensar. “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, diz o texto.

       “Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi.”

       Falando à publicação religiosa World, a americana disse que só encontrou conforto para a ausência paterna após começar a frequentar a igreja com seu futuro marido. “Foi só quando encontrei Cristo que tirei esse peso de mim. E não fiquei amarga, não tenho raiva. Eu perdoei meu pai.” Ela também falou sobre o que acredita terem sido consequências de ter duas mães. “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres. Então tive que me esforçar quando adulta para entender como seria a relação com meu marido.” [...]

       Heather foi também uma das seis pessoas criadas por casais gays que assinou a carta em defesa de Dolce & Gabbana, (veja nesse artigo) após a polêmica defesa dos estilistas do casamento apenas entre “homem e mulher”, que vem provocando protestos de celebridades como Elton John e Madonna.

(Marie Claire)


Nota do Blog: O interessante é que todas as pessoas que tem uma opinião que não seja "politicamente correta" em relação aos gays é achincalhada pela mídia. Vemos o caso dos estilista Domenico Dolce e Stefano Gabanna, ambos homossexuais, que emitiram uma opinião favorável à família tradicional. “Nós não inventamos a família. (…) E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe – ou ao menos deveria ser assim", afirmou Dolce.“Eu sou contra a ideia de uma criança que cresce com dois pais gays. A criança precisa de uma mãe e um pai", declarou Stefano Gabanna, e acrescentou: “Sou gay, não posso ter um filho. Creio que não se possa ter tudo na vida. Também é bom privar-se de algo. A vida tem o seu curso natural, há coisas que não devem ser alteradas. E uma delas é a família”. Agora temos a opinião da jovem criada por duas lésbicas, Heather Barwick, que também emitiu uma opinião sobre a adoção de crianças por casais gays e foi detonada pelos defensores dos direitos dos homossexuais. Quando as pessoas concordam com a opinião do movimento gayzista são aclamados como "iluminados" pessoas de "mente aberta". Agora, quando encontram pessoas com um pensamento mais conservador em relação á família ou são contrários à sua ideologia, a militância gay faz boicote, diz que somos homofóbicos e de mente retrógrada. E falam aos quatro ventos que nós somos intolerantes. Quem está sendo intolerante de fato?

Prof. Saulo Nogueira
Paz do Senhor à todos.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Levy fidelis, Babilônia, Dolce & Gabanna e a intolerância gay

Casos emblemáticos na discussão acerca do casamento gay e da liberdade de expressão aconteceram durante essa semana:

        Levy Fidélix, candidato à Presidência da República no ano passado, foi condenado a pagar uma multa de um milhão de reais por afirmar, em rede nacional durante debate político, que "aparelho excretor não gera filhos". A justiça não aceitou a defesa baseada na liberdade de expressão e de crença apresentada por seus advogados. Na mesma segunda, estreou pela Rede Globo de Televisão a novela Babilônia, que em seu primeiro capítulo levou ao ar uma cena onde as atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg protagonizam um beijo lésbico. O deputado do PSOL, Jean Wyllys, em sua conta no twitter, não poupou adjetivos em sua comemoração: “O choro é livre, reacionários e fundamentalistas e fascistas e homofóbicos. Eu vivi para ver! Parabéns, #Babilônia”.

       Enquanto isso no exterior, os estilista Domenico Dolce e Stefano Gabanna, ambos homossexuais, emitiram uma opinião favorável à família tradicional. “Nós não inventamos a família. (…) E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe – ou ao menos deveria ser assim", afirmou Dolce. “Eu sou contra a ideia de uma criança que cresce com dois pais gays. A criança precisa de uma mãe e um pai", declarou Stefano Gabanna, e acrescentou: “Sou gay, não posso ter um filho. Creio que não se possa ter tudo na vida. Também é bom privar-se de algo. A vida tem o seu curso natural, há coisas que não devem ser alteradas. E uma delas é a família”.

       A opinião de Dolce e Gabanna despertou a ira de celebridades como Rick Martin e Elton John. Elton se manifestou através de sua conta no instagram: "O pensamento arcaico de vocês está fora de sintonia com os tempos, assim como sua grife. Eu nunca mais vou vestir Dolce & Gabbana de novo".

       Embora os ativistas gays sejam velozes em acusar os religiosos e conservadores de intolerância, são eles que estão se especializando em estigmatizar e promover a exclusão de todos os que ousam pensar de maneira diferente. Na defesa de sua ideologia, alguns acabam fazendo comentários ridículos e fora de lugar, como o cantor Elton John que ameaçou deixa de usar as roupas da grife Dolce & Gabanna pelo fato dos estilistas sustentarem uma posição diferente da dele quanto à adoção de filhos por casais homossexuais. Em sua intolerância, o cantor parece ignorar o fato de que milhares de cristãos católicos e protestantes compram seus discos, apesar de discordarem de algumas de suas opiniões e do seu estilo de vida.

       Não resta dúvida que a nossa sociedade está cada vez mais comprometida com a ideologia gayzista. Aqueles que pensam de forma diferente devem prepara-se para ser cada vez mais hostilizados. Porém, nós como cristãos não podemos nos omitir de nossa responsabilidade. Precisamos persistir em fazer nossa leitura da sociedade com lentes cristãs, não deixando-se dominar pelo espírito deste mundo e pelo pensamento "politicamente correto". Os ideais do cristianismo nunca foram populares, já que muitos dos seus pressupostos são simplesmente contraculturais. 

       O fato de gays estarem fazendo apologia à família tradicional, enquanto religiosos fazem concessões a causa gay, ordenando ministros homossexuais e realizando cerimonias de casamento entre pessoas do mesmo sexo (como no caso da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, noticiado neste site) nos mostra o quanto os crentes estão se distanciando da verdade em nome do pensamento "politicamente correto", que pode parecer correto aos olhos torcidos de uma humanidade caída, mas está totalmente distanciado do pensamento de Deus.