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segunda-feira, 23 de março de 2015

Criada por “casal” lésbico, ela é contra “casamento” gay


      Uma americana criada por um casal lésbico vem provocando controvérsia nos Estados Unidos após escrever um artigo para um jornal conservador dizendo que é contra o casamento gay porque afirma ter sentido a falta de um pai durante a infância. Heather Barwick, que tem 31 anos e vive no Carolina do Sul com o marido e quatro filhos, diz que a mãe se separou do pai quando ela tinha entre 2 e 3 anos de idade para viver com outra mulher. “Comunidade gay, eu sou sua filha. Minha mãe me criou com sua companheira entre os anos 80 e 90”, escreveu Heather para a publicação conservadora The Federalist(leia o texto completo, em inglês), reproduzida pelo inglês Daily Mail. “Estou escrevendo porque estou saindo do meu armário: eu não suporto casamento gay”, diz o texto.


       No artigo, Heather se justifica: “Mas não é pelas razões que vocês estão pensando. Não é porque vocês são gays. Eu amo vocês, de verdade. É por causa da natureza das relações entre pessoas do mesmo sexo.”

      Heather, então, diz que cresceu num ambiente muito liberal e “cabeça aberta” numa comunidade de amigos gays e lésbicas e que a companheira de sua mãe sempre a tratou “como se eu fosse sua própria filha”. A americana também admite que seu pai biológico “não era um grande cara” e “nunca se importou em visitá-la”.

        A despeito de ter militado em defesa do casamento gay por volta dos 20 anos, ela afirma que mudou a maneira de pensar. “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, diz o texto.

       “Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi.”

       Falando à publicação religiosa World, a americana disse que só encontrou conforto para a ausência paterna após começar a frequentar a igreja com seu futuro marido. “Foi só quando encontrei Cristo que tirei esse peso de mim. E não fiquei amarga, não tenho raiva. Eu perdoei meu pai.” Ela também falou sobre o que acredita terem sido consequências de ter duas mães. “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres. Então tive que me esforçar quando adulta para entender como seria a relação com meu marido.” [...]

       Heather foi também uma das seis pessoas criadas por casais gays que assinou a carta em defesa de Dolce & Gabbana, (veja nesse artigo) após a polêmica defesa dos estilistas do casamento apenas entre “homem e mulher”, que vem provocando protestos de celebridades como Elton John e Madonna.

(Marie Claire)


Nota do Blog: O interessante é que todas as pessoas que tem uma opinião que não seja "politicamente correta" em relação aos gays é achincalhada pela mídia. Vemos o caso dos estilista Domenico Dolce e Stefano Gabanna, ambos homossexuais, que emitiram uma opinião favorável à família tradicional. “Nós não inventamos a família. (…) E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe – ou ao menos deveria ser assim", afirmou Dolce.“Eu sou contra a ideia de uma criança que cresce com dois pais gays. A criança precisa de uma mãe e um pai", declarou Stefano Gabanna, e acrescentou: “Sou gay, não posso ter um filho. Creio que não se possa ter tudo na vida. Também é bom privar-se de algo. A vida tem o seu curso natural, há coisas que não devem ser alteradas. E uma delas é a família”. Agora temos a opinião da jovem criada por duas lésbicas, Heather Barwick, que também emitiu uma opinião sobre a adoção de crianças por casais gays e foi detonada pelos defensores dos direitos dos homossexuais. Quando as pessoas concordam com a opinião do movimento gayzista são aclamados como "iluminados" pessoas de "mente aberta". Agora, quando encontram pessoas com um pensamento mais conservador em relação á família ou são contrários à sua ideologia, a militância gay faz boicote, diz que somos homofóbicos e de mente retrógrada. E falam aos quatro ventos que nós somos intolerantes. Quem está sendo intolerante de fato?

Prof. Saulo Nogueira
Paz do Senhor à todos.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Levy fidelis, Babilônia, Dolce & Gabanna e a intolerância gay

Casos emblemáticos na discussão acerca do casamento gay e da liberdade de expressão aconteceram durante essa semana:

        Levy Fidélix, candidato à Presidência da República no ano passado, foi condenado a pagar uma multa de um milhão de reais por afirmar, em rede nacional durante debate político, que "aparelho excretor não gera filhos". A justiça não aceitou a defesa baseada na liberdade de expressão e de crença apresentada por seus advogados. Na mesma segunda, estreou pela Rede Globo de Televisão a novela Babilônia, que em seu primeiro capítulo levou ao ar uma cena onde as atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg protagonizam um beijo lésbico. O deputado do PSOL, Jean Wyllys, em sua conta no twitter, não poupou adjetivos em sua comemoração: “O choro é livre, reacionários e fundamentalistas e fascistas e homofóbicos. Eu vivi para ver! Parabéns, #Babilônia”.

       Enquanto isso no exterior, os estilista Domenico Dolce e Stefano Gabanna, ambos homossexuais, emitiram uma opinião favorável à família tradicional. “Nós não inventamos a família. (…) E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe – ou ao menos deveria ser assim", afirmou Dolce. “Eu sou contra a ideia de uma criança que cresce com dois pais gays. A criança precisa de uma mãe e um pai", declarou Stefano Gabanna, e acrescentou: “Sou gay, não posso ter um filho. Creio que não se possa ter tudo na vida. Também é bom privar-se de algo. A vida tem o seu curso natural, há coisas que não devem ser alteradas. E uma delas é a família”.

       A opinião de Dolce e Gabanna despertou a ira de celebridades como Rick Martin e Elton John. Elton se manifestou através de sua conta no instagram: "O pensamento arcaico de vocês está fora de sintonia com os tempos, assim como sua grife. Eu nunca mais vou vestir Dolce & Gabbana de novo".

       Embora os ativistas gays sejam velozes em acusar os religiosos e conservadores de intolerância, são eles que estão se especializando em estigmatizar e promover a exclusão de todos os que ousam pensar de maneira diferente. Na defesa de sua ideologia, alguns acabam fazendo comentários ridículos e fora de lugar, como o cantor Elton John que ameaçou deixa de usar as roupas da grife Dolce & Gabanna pelo fato dos estilistas sustentarem uma posição diferente da dele quanto à adoção de filhos por casais homossexuais. Em sua intolerância, o cantor parece ignorar o fato de que milhares de cristãos católicos e protestantes compram seus discos, apesar de discordarem de algumas de suas opiniões e do seu estilo de vida.

       Não resta dúvida que a nossa sociedade está cada vez mais comprometida com a ideologia gayzista. Aqueles que pensam de forma diferente devem prepara-se para ser cada vez mais hostilizados. Porém, nós como cristãos não podemos nos omitir de nossa responsabilidade. Precisamos persistir em fazer nossa leitura da sociedade com lentes cristãs, não deixando-se dominar pelo espírito deste mundo e pelo pensamento "politicamente correto". Os ideais do cristianismo nunca foram populares, já que muitos dos seus pressupostos são simplesmente contraculturais. 

       O fato de gays estarem fazendo apologia à família tradicional, enquanto religiosos fazem concessões a causa gay, ordenando ministros homossexuais e realizando cerimonias de casamento entre pessoas do mesmo sexo (como no caso da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, noticiado neste site) nos mostra o quanto os crentes estão se distanciando da verdade em nome do pensamento "politicamente correto", que pode parecer correto aos olhos torcidos de uma humanidade caída, mas está totalmente distanciado do pensamento de Deus.