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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Igreja Episcopal celebra primeiro casamento gay em templo

     Ativistas LGBTs ao redor do mundo comemoraram o que consideram uma vitória no campo da luta pelos seus direitos. Peter Matthews e Alistair Dinnie foram os primeiros homossexuais a se casarem em uma igreja evangélica no Reino Unido. A união foi oficializada no início deste mês, em Edimburgo, dentro nas novas diretrizes da lei canônica da Igreja Episcopal Escocesa. Houve ainda celebrações de casamento entre pessoas do mesmo sexo em igrejas nas cidades de Glasgow e Moray.

       A Igreja Episcopal aprovou em junho que casais homoafetivos pudesse se “casar” na igreja durante seu Sínodo Geral. O reverendo Markus Dunzkofer, afirmou que foi um “privilégio e uma honra” oficializar os laços de Peter e Alistair.

“Estou encantado que os dois se uniram e queriam um casamento na igreja. Isso incentivou não só a mim, mas a muitos membros da congregação”, afirmou o reverendo, que já havia dado a benção a duplas gays, mas era proibido até recentemente de formalizar a união com o “ritual completo”.

         A igreja episcopal, um ramo liberal da comunhão Anglicana e maior denominação do Reino Unido, retirou a cláusula doutrinária que definia casamento como “união de um homem e uma mulher”. A nova redação da lei canônica garante, porém que “o clero que não desejar realizar casamentos do mesmo sexo, não será obrigado a fazê-lo contra sua consciência”.

     A decisão escocesa teve repercussões em igrejas episcopais de vários países, encontrando oposição apenas em um grupo minoritário, sobretudo de líderes africanos. Dentro da denominação o assunto é debatido há anos e contou com uma campanha liderada por bispos anglicanos que, defendendo uma teologia liberal e inclusiva, se revelaram verdadeiros ativistas da causa LGBT. 

Com informações Telegraph

Nota do Blog: Infelizmente, essa é somente uma das consequências em se abraçar o Liberalismo Teológico.  Interpretar as Escrituras sob esse viés demoníaco, abre precedentes para que esse tipo de distorção aconteça. É muito triste ver denominações históricas sucumbindo á essas aberrações teológicas e se rendendo á uma agenda global que fere os princípios do cristianismo. Lamentável. Maranata!

Veja também: 







quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Relator é aplaudido após definir família como união entre homem e mulher

Relator define família como união entre homem e mulher
       O relator do projeto de lei que cria o Estatuto da Família, deputado federal Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta-feira (2) o parecer no qual define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou o núcleo formado por um dos pais mais os filhos. Ao concluir a leitura do relatório, o parlamentar do PHS foi aplaudido na comissão especial que discute o tema, composta majoritariamente por integrantes da bancada evangélica. O projeto trata dos direitos da família e das diretrizes das políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar em áreas, como saúde, segurança e educação. Sem a presença de representantes de entidades ligadas aos movimentos LGBT, a sessão desta quarta da comissão especial foi destinada apenas à leitura do relatório, não tendo ocorrido debates entre os parlamentares. Agora que o parecer foi apresentado, os deputados terão até cinco sessões para sugerirem emendas, que poderão ou não ser incluídas por Garcia no seu relatório final.

       De autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), a proposta do Estatuto da Família tramita na Casa desde 2013. Neste ano, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criou uma comissão especial para discutir o assunto. No texto lido nesta quarta, Garcia afirma que o projeto cumpre o que ele chama de “inglória missão de evidenciar o óbvio” e diz que o Judiciário errou ao reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Ele argumentou que seu relatório se baseia na definição da Constituição sobre família, que, para efeito da proteção do Estado, reconhece a entidade familiar como a união estável entre um homem e uma mulher.

       Para contemplar as uniões homoafetivas, Diego Garcia propôs a criação de uma nova denominação, a “parceria vital”, para reconhecer o que ele chama de "enlace entre duas pessoas". Segundo ele, essa parceria não teria conexão com a procriação ou a constituição de uma família, mas serviria para a garantia de benefícios previdenciários. O relator nega, contudo, que o projeto irá reforçar o preconceito na sociedade. “O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão”, disse Garcia ao final da sessão. Questionado sobre se a aprovação do projeto derrubaria a decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre homossexuais, o relator disse que a proposta ainda tem um longo caminho pela frente no Congresso até virar lei. Ele defendeu, porém, a necessidade de o Legislativo se manifestar sobre o tema. “Eu não sei dizer se derrubaria [a decisão do Supremo], mas traz uma inovação e traz uma posição do parlamento a respeito dessa matéria”, enfatizou.

“Retrocesso”

       Ao final da sessão desta quarta da comissão especial, a deputada Érika Kokay (PT-DF) classificou a proposta de Diego Garcia de “retrocesso”. Ligada aos movimentos sociais de direitos humanos, a parlamentar petista acusou o relatório de reafirmar uma “lógica homofóbica e de exclusão”. Na opinião de Érika Kokay, o preconceito perpassa todo o relatório e, dificilmente, poderá ser corrigido com sugestões de alteração. Ela advertiu que deve apresentar um voto em separado. “Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade”, ressaltou a petista.-

     A deputada também chamou o relatório de Diego Garcia de “absurdo”. Ela citou Nelson Rodrigues para criticar o texto do colega do PHS. “Não dá para menosprezar o absurdo. Muitas vezes, o absurdo é tão nítido, é tão concreto, que a tendência é que você possa menosprezá-lo. Não dá para menosprezar o absurdo porque o absurdo, tem razão Nelson Rodrigues, está literalmente perdendo a modéstia. Este parecer é uma prova inconteste disso”, disse. Embora a proposta tramite em caráter conclusivo na comissão, a petista informou que, caso seja aprovada, ela apresentará recurso para que seja analisada pelo plenário.


Nota do Blog: Decisão sábia e Constitucional. O Judiciário esta tentando passar por cima do Legislativo e isso abre precedentes perigosos. Parabéns ao deputado Diego Garcia e aos demais que lutaram pela causa da família, instituição divina e imutável. Gostei da colocação do deputado, que propõe uma nova denominação para as pessoas do mesmo sexo que queiram direitos conjugais, pois o termo família já tem dono e pertence aos casais héteros. Bom, quanto à deputada Érica Kokai, é lamentável como ela interpreta as coisas e compara essa decisão à uma homofobia institucionalizada. É da mesma turma do Jean Wyllys, que vê homofobia em tudo.

Prof. Saulo Nogueira

Paz do Senhor à todos!

terça-feira, 30 de junho de 2015

Lei dá a pastores o direito de não celebrar casamento gay

     O governador Greg Abbott assinou em cerimônia pública a lei 2065, que marca uma vitória de um movimento que uniu diversos movimentos evangélicos do Texas. A “Lei de proteção ao Pastor” assegura aos ministros o direito de não celebrarem cerimônias de casamento homossexual nas igrejas pelas quais são responsáveis. O imbróglio jurídico começou no ano passado, após o reconhecimento da legalidade do casamento gay em diversos estados norte-americanos. Seguindo a linha liberal da administração Obama, o governo federal fez pressão em vários níveis em favor da comunidade LGBT. Houve casos de empresas serem proibidas de se recusar a prestar serviço a casais homossexuais.
     No conservador Estado do Texas, a prefeita da cidade de Houston, Annise Parker, foi a primeira prefeita abertamente gay eleita em uma grande cidade dos EUA. A prefeitura de Houston logo emitiu um decreto-lei permitindo que indivíduos transgêneros podiam fazer queixa-crime se sentirem-se discriminados de alguma maneira. Alguns pastores mostraram-se contrariados depois que surgiram denúncias que eles estavam promovendo “discurso de ódio” nas igrejas. A prefeitura pediu então que eles submetessem cópias de seus sermões para que autoridades investigassem se havia homofobia. O recado era claro: os pastores ou padres que se manifestarem do púlpito contra o público LGBT terão de responder juridicamente por discriminação.
      A pressão dos evangélicos do Estado inteiro forçou a prefeitura a voltar atrás. Iniciou-se então um embate legal no tocante aos limites da liberdade de expressão nos púlpitos. Os cerca de 400 pastores de Houston conseguiram a suspensão do decreto municipal que limitaria sua liberdade. A partir de então um projeto de lei que recebeu o apoio de deputados dos dois partidos predominantes do sistema eleitoral começou a tramitar. Lobbies de organizações pró-LGBT como a ACLU, Iquality Texas e a Texas Freedom Network não tiveram sucesso. O embate ganhou força quando diversas igrejas e organizações religiosas e pró-família como o Conselho de Pastores do Texas, a Conferência Católica do Texas, Convenção Batista do Texas, Eagle Forum, Liberty Institute, Focus on the Family, Coalizão de Pastores Afro-americanos – entre outros – uniram forças.
     Com a aprovação da nova lei, nenhuma igreja ou organização religiosa do Texas poderá ser forçada a realizar um casamento e tampouco forçados a prestar serviços, acomodações, instalações ou ceder bens para qualquer atividade que viole suas crenças religiosas. Uma vez que foi aprovado com dois terços dos votos, o projeto passou a ser lei imediatamente. Jonathan Saenz, presidente da Texas Values Action, ONG jurídica que defende a liberdade religiosa, comemorou: “Hoje comemoramos com pastores e membros do clero que são guiados por suas crenças religiosas sinceras e asseguramos que o Texas desfruta de liberdade religiosa sem interferência do governo”. Com informações de Texas Value

sábado, 27 de junho de 2015

Suprema Corte dos Estados Unidos aprova o casamento gay em todos os estados americanos

     A suprema corte dos Estados Unidos acabou de aprovar o casamento de pessoas do mesmo sexo em todos os cinquenta estados americanos. A prática já era aceita na maioria dos estados, porém, treze estados (onde há mais evangélicos conservadores) ainda proibiam a prática. Agora, com a decisão da suprema corte, todos os cinquenta estados americanos são obrigados a aceitar o casamento de pessoas do mesmo sexo. Essa sem dúvida é uma decisão emblemática, tratando-se do país mais “evangélico” do mundo. Se lembrarmos que há apenas dez anos, a grande maioria dos estados americanos repudiava o casamento de pessoas do mesmo sexo, a comemoração dos ativistas pró LGBT diante da suprema corte americana mostra que a virada de jogo foi mesmo surpreendente.

       Meu ponto aqui não é tratar de “direitos civis”. É preciso reconhecer que, perante a Lei, todas as pessoas têm os mesmos direitos. E que, se alguém pretende “casar-se” com quem quer que seja, em tese, essa pessoa tem o "direito" de fazer isso, desde que não prejudique outra pessoa no caso. Ao mesmo tempo, e isso ainda parece ser realidade nos Estados Unidos, as pessoas e instituições religiosas que discordam continuam tendo o direito de discordar, e, provavelmente, as igrejas não serão obrigadas a realizarem esse tipo de casamento tão cedo. Porém, o que me chama atenção nesse caso é justamente a rápida mudança no pensamento mundial acerca desse assunto, e a consolidação disso na maior democracia cristã do mundo. Quando a maioria da população em uma democracia é favorável a uma prática, a tendência é que essa prática venha a ser institucionalizada. Foi o caso aqui. E isso mostra que os poderosos ventos de mudança que começaram a soprar mais fortemente no mundo desde o final do século 20, com a queda do muro de Berlim por exemplo, estão se intensificando cada vez, removendo com facilidade marcos antigos, em prol de uma unificação do paganismo na terra. A era cristã está terminando. E, tudo isso parece ter sido minuciosamente planejado.

       Talvez seja exatamente isso o que as pessoas estejam comemorando diante da suprema corte americana. Um cartaz no meio da multidão dizia: “a constituição é nosso escudo contra a Bíblia da intolerância e preconceito”. Esse é o ponto mais crucial me parece. Aqui está o verdadeiro motivo da disputa, o qual subjaz por detrás de todos os demais discursos. Mas o que, como cristãos, podemos dizer disso tudo? Reclamar e exclamar horrorizados expressões como: “é o fim dos tempos”? Talvez seja mesmo, e nesse caso, não deveríamos estar horrorizados, mas com a certeza indirimível de que tudo está acontecendo como tinha que ser. Sim, a era cristã precisa terminar, pois se ela não terminar, Jesus não voltará. O Apóstolo Paulo disse que antes que Cristo volte “primeiro" precisa “vir" a apostasia (2Ts 2.3). E o próprio Cristo disse que os dias que antecederiam sua volta recapitulariam dois importantes momentos da história bíblica. Um dos exemplos evocados por Cristo foi justamente os “dias de Noé”, quando as pessoas “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Lc 17.26-27). Questões em relação ao casamento, portanto, estariam no centro da agenda do mundo mais uma vez, antes da volta de Cristo. Em Gênesis 6 temos a descrição de padrões de casamento inaceitáveis por Deus, e isso resultou diretamente no dilúvio. É interessante que o arco-íris que estaria nas nuvens como prova da aliança divina, agora esteja numa bandeira que contraria aquilo que o próprio Deus ordenou, porém institucionalizado na forma da lei. Mas, talvez isso faça Deus se lembrar mais uma vez… Mas, o segundo momento evocado por Cristo é ainda mais emblemático: 

"O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.28-30). 

       Em Sodoma e Gomorra, um dos maiores pecados, que resultou na destruição das cidades, foi o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo! Tudo isso aponta para uma inquietante realidade e, ao final, para uma surpreendente esperança. Todas as ações malignas no mundo, e que estão a todo vapor como podemos ver, trabalhando para a implantação do paganismo como sistema, apesar disso, estão debaixo dos desígnios daquele que anunciou o fim desde o começo. Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28). Fica, entretanto, o alerta do Senhor: "Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24.13).

Leandro Lima é escritor, teólogo e pastor presbiteriano.
Via: Púlpito Cristão

Nota do Blog: Trago aqui uma frase do Pastor Renato Vargens sobre essa questão: "Uma das formas de Deus trazer juízo a uma sociedade é entregando-a a si mesma. Hoje os EUA foram entregues pelo Senhor a um estilo de vida onde o pecado definitivamente foi relativizado. É como se Deus tivesse dizendo: "Vocês querem viver no pecado? Que vivam! Eu os entrego a uma vida dissoluta e de transgressões cujo deus foi fabricado por vocês mesmos. (Rm 1:26-28) "

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Igreja protestante da França decide abençoar casamentos homossexuais

       A principal igreja protestante da França dá um grande passo na direção dos casais de pessoas do mesmo sexo. Os pastores, se quiserem, poderão abençoar os casais de gays e lésbicas que tiverem se casado no civil em uma cerimônia na igreja.
      A decisão foi aprovada neste domingo (17) pela ampla maioria dos participantes de um sínodo protestante. A bênção aos casais homossexuais recebeu 94 votos a favor e apenas três contra, no mesmo dia em que associações programaram manifestações para marcar o Dia Internacional de Combate à Homofobia.
      O pastor Laurent Schlumberger, que participou do sínodo ocorrido em Sète (sul), ficou impressionado com o clima que ele descreveu como "excelente" durante a votação. Segundo o reverendo, a sessão foi marcada pela "confiança e fraternidade" entre os participantes. Schlumberger é presidente do conselho nacional da Igreja Protestante Unida (Epuf), a mais antiga corrente do protestantismo instalada no território francês. A instituição reúne 250 mil fiéis e 500 pastores em todo o país.
    O reverendo Marc Pernot, pastor do Oratório do Louvre, uma das principais paróquias protestantes de Paris, disse em entrevista à RFI ter ficado "um pouco surpreso" com o resultado favorável e "contente com o consenso sobre a questão". Até agora, o reverendo Pernot só podia abençoar os casais de pessoas do mesmo sexo em um local privado. Ele explicou que o fato de ser autorizado a abençoar as uniões homossexuais em público, nas instalações da igreja, é uma conquista importante para muitos fiéis.
    A iniciativa de acolher os casais homossexuais com uma bênção formal às uniões já regularizadas no registro civil será uma decisão facultativa de cada pastor. O benefício é concedido dois anos depois da regulamentação do casamento gay na França, promulgado em maio de 2013.

Precedente

     Até agora, só a Missão Popular Evangélica francesa autorizava seus pastores a acolher homossexuais em suas celebrações. Essa igreja é, no entanto, menos representativa do que a Igreja Protestante Unida, uma corrente histórica no protestantismo francês.
     Segundo o especialista e historiador de religiões Odon Vallet, a decisão da Epuf revela uma evolução do "Movimento Casamento para Todos", que militou pela legalização do casamento gay. Em outros países, onde a presença dos protestantes é mais numerosa, como nos Estados Unidos, no Canadá e em países escandinavos, a bênção a casais do mesmo sexo é mais frequente. 
   "Para o protestantismo, ao contrário do catolicismo, o casamento não é um sacramento", explica Vallet. "É um fato social, importante, mas não um ato de veneração", diz o historiador. Ele considera que a aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo é algo "inimaginável" na Igreja Católica, mas nota que alguns padres contrariam a proibição.
Nota do Blog: É muito triste ver notícias como essas, onde igrejas históricas, (veja também) envolvidas com o Liberalismo Teológico, fazem concessões ao "politicamente correto", negligenciando o ensino das Escrituras. Casamento é uma instituição Divina, com o intuito do homem e da mulher viverem a plenitude de um relacionamento hétero afetivo, procriarem e se satisfazerem sexualmente. Quando esses "pastores", levantarem suas mãos para abençoar essas uniões, farão um ato vazio e sem validação divina, pois o Senhor jamais entrará em contradição com a Sua Palavra. 
Paz do Senhor à todos
Prof. Saulo Nogueira

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

Pastores serão obrigados a realizar cerimônia
 de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
        Quando os homossexuais começaram a receber permissão do governo para se casarem, afirmavam que era o suficiente. Muitos dos líderes desse movimento nos EUA diziam que a cerimônia religiosa não era importante. Pouco a pouco algumas denominações foram cedendo e começaram a realizar casamentos gays. Agora, a batalha judicial alcançou outro nível nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, começou a ser escrito um novo e triste capítulo. Em Houston, Texas, cinco pastores foram intimados pela prefeitura a entregarem seus sermões para uma avaliação, após denúncias de que os pastores estavam pregando “homofobia”.

      A prefeita da cidade é homossexual e disse que eles precisam seguir a leis que proíbem a discriminação. Na pequena Coeur d’Alene, Estado de Idaho, Donald e Evelyn Knapp, um casal de pastores estão sendo processados por se recusar a realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se condenados, eles podem pegar seis meses de prisão e pagar multas de até US$ 1.000. A justificativa das autoridades locais é a violação das leis de “não discriminação”. O caso chegou a um Tribunal Federal e pode ser um marco na batalha entre ativistas pró-LGBT e organizações cristãs que defendem a família tradicional. Uma delas é a Aliança pela Defesa da Liberdade, cujos advogados estão defendendo os pastores nos dois Estados. O advogado Jeremy Tedesco, que atua no caso do Idaho afirmou que “o governo não deve forçar ministros a agir contra a sua fé, fazendo ameaças de prisão e aplicando multas”.
Tony Perkins, presidente da Family Research Council, que tem dado apoio no caso, afirmou que “está aberta a temporada de caça aos cristãos que se recusam a ceder à redefinição de casamento imposta pelo governo”. No início do ano, uma confeitaria pertencente a um evangélico foi processada após se recusar a fazer um bolo para um casamento gay no Estado do Colorado.

           Desde 2013, Coeur d’Alene possui leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual. O procurador da cidade, Warren Wilson, afirmou à imprensa que a igreja é um “local público e está sujeito ao decreto”. Alertou ainda que todos os pastores que atuam na cidade, caso sejam denunciados, serão obrigados a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo. Como o reconhecimento da legalidade do casamento gay ocorreu este mês no Idaho, o caso tem recebido muita atenção da mídia. Apenas dois dias após ser oficializado, um homem ligou pra Donald Knapp, querendo marcar seu casamento na capela onde o casal ministra há 25 anos. Com a recusa, uma denúncia foi feita e desde então as autoridades municipais se envolveram no caso. 

Com informações Fox News


Nota do Blog: Percebemos que o cerco está se fechando e a perseguição religiosa contra a Igreja já está se acirrando. Mas por um lado, essa perseguição será um divisor de águas entre aquelas igreja que realmente seguem os preceitos bíblicos e aquelas que já e apostataram e seguem as tendências da pós-modernidade. Oremos ao Senhor que fortaleça aqueles que ficarão firmes diante dessas perseguições e nos oriente a nos mantermos submissos á Sua vontade.

Prof. Saulo Nogueira

terça-feira, 24 de junho de 2014

Igreja Presbiteriana dos EUA autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo

pastores comemoram decisão após assembléia geral da igreja em Detroit
David Guranilk/AP
A questão do casamento gay continua dividindo denominações inteiras. A exemplo do que já aconteceu com anglicanos, luteranos e metodistas, agora são os presbiterianos dos EUA que testemunham uma ruptura teológica e moral por causa dessa questão.
Desde meados do ano passado, quando a Suprema Corte americana invalidou a chamada “Lei de Defesa do Casamento”, a definição de matrimônio não é mais união de um homem e uma mulher. Dezenove dos 50 estados americanos, mais a capital Washington, oficializaram o casamento de pessoas do mesmo sexo. Sua aceitação já contabiliza 55% dos americanos segundo uma recente pesquisa do Instituto Gallup.
A Assembleia Geral da Igreja presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA), formada por 10.000 congregações, totalizando cerca de 1,8 milhão de fiéis, autorizou a realização de casamentos entre homossexuais. Mais de dois terços dos delegados reunidos na cidade de Detroit votaram a favor. A parcela que ficou contra já ensaia uma debandada, algo que vem acontecendo nas últimas décadas nessa que já foi uma das mais importantes denominações americanas.
Para a maior parte da liderança, a decisão foi chamada de “um avanço”. A Constituição da denominação afirma agora que “casamento implica um compromisso único entre duas pessoas”. O documento justifica ainda que “Cristo morreu para que pudéssemos ser reconciliados”.
Curiosamente, na véspera dessa decisão, milhares de pessoas se reuniram em Washington para realizar um movimento em favor do matrimônio tradicional. Denominada “Marcha pelo Casamento”, teve a participação de políticos importantes e líderes católicos e evangélicos. “O casamento deve ser protegido porque as crianças precisam cada vez mais de um pai e uma mãe”, afirmou Brian Brown, presidente da Organização Nacional para o Casamento.
Para o pastor presbiteriano brasileiro Augustus Nicodemus, a denominação nos EUA “traiu o Cristianismo bíblico”. “Esse é mais um passo na direção da apostasia, desde que a PCUSA entrou pelo caminho do liberalismo teológico”, escreveu ele em um longo texto em seu site. Fazendo ainda questão de esclarecer que essa denominação norte-americana “nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil”.
Nicodemus deixa um alerta “O campo está sendo preparado no Brasil para que em breve evangélicos passem a considerar a homossexualidade como sendo uma questão pessoal e secundária, abrindo assim a porta para ordenação de gays e lésbicas praticantes ao ministério da Palavra e para a realização de casamento gay nas igrejas evangélicas”. Com informações Religion News.
Fonte: Gospel Prime
Nota: Infelizmente, essa é apenas uma das aberrações teológicas que a "igreja" tem pregado. Como disse o Rev. Augustus Nicodemus Lopes, o grande vilão dessa história é Liberalismo Teológico e o método de interpretação Histórico-Crítico (fruto do Racionalismo e do Iluminismo), que invadiu os seminários evangélicos, abrindo precedentes para todo tipo de heresia. Nós professores temos que ficar atentos aos modismos e ventos de doutrina, fantasiadas de dourinas verdadeiras, que vão minando as Inerrância da Palavra de Deus e deixando-a vulnerável a qualquer interpretação.
Oremos. 
Prof. Saulo Nogueira